4 professoras que usaram a realidade virtual para transformar a sala de aula

A tecnologia pode ser uma grande aliada no processo de ensino aprendizagem. Já falamos sobre isso no blog e demos algumas dicas também. Mas a tecnologia não faz nada sozinha: o envolvimento e liderança do professor é essencial!

Confira algumas conquistas dos professores do nosso projeto com o Facebook que apresenta a realidade virtual como recurso para a transformação social em dez escolas públicas do país. Eles se empoderaram da tecnologia para empoderar seus alunos!

Layla cria disciplinas eletivas sobre mídia e realidade virtual

Professora de Química no Centro de Ensino Carlos Alberto de Deus, em Goiânia (GO), Layla Rocha é apaixonada por educação. Ela teve um engajamento de destaque no 1º semestre do projeto, apoiando a turma que conseguiu ter um vídeo exibido na Assembleia Geral da ONU. Além disso, Layla auxiliou na implantação de uma disciplina eletiva sobre novas mídias no 2º semestre e, em 2019, conseguiu uma parceria para ensinar edição de filmes no formato tradicional e em 360°, estimulando um novo horizonte de transformação social por meio da tecnologia e do empoderamento digital aos jovens!

Elcyane ensina Espanhol com um olhar em 360°

Elcyane Miranda, da Escola Estadual Tiradentes, em Macapá (AP), também fez parte do 1º semestre de 2018. No semestre seguinte, o envolvimento da professora de Espanhol rendeu um novo fruto para a escola. Ela utilizou os equipamentos fornecidos pela iniciativa para criar vídeos em 360° com seus alunos, o que mostrou para os jovens um novo jeito de aprender o idioma. Com o “Espanhol em fábulas tecnológicas na contemporaneidade”, eles fizeram 4 curtas em parceria com as disciplinas de Arte, História, Geografia, Sociologia e Filosofia.

Josy desenvolve inclusão de estudantes surdos

O nosso projeto que une transformação social e realidade virtual conquistou Joezinete de Souza “à segunda vista”. A intérprete de Libras não participou da formação inicial do 1º semestre, mas passou a se envolver com a iniciativa quando foi procurada por dois alunos surdos da escola, que pediram seu apoio para conseguir aproveitar ao máximo a experiência do projeto na Escola Estadual Sanico Teles, em Santa Rita do Sapucaí (MG). Josy – como é carinhosamente chamada pelos jovens – acompanhou de perto o projeto de vídeo dos jovens surdos e viu a transformação dos jovens. O curta “De Manoela a Penha – violência contra a mulher” é reflexo do processo de descoberta dos alunos sobre um tema delicado e contou com recurso de tradução para libras. O vídeo ganhou o prêmio de acessibilidade do projeto.

Jussara traz projeto para disciplina de Artes

Por que não incorporar uma novidade a uma disciplina regular, que desperte o interesse e aprimore o desenvolvimento dos alunos? Com essa ideia, Jussara Olinev, do Colégio Souza Aguiar, no Rio de Janeiro (RJ), se tornou a primeira professora a levar uma das turmas do nosso projeto para o turno regular das escolas participantes. Sob sua orientação e dedicação, o colégio deu vida ao total de seis vídeos, todos com ótima qualidade e impacto para os jovens participantes, como Lollapalango, sobre um festival social em comunidade carioca.

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