Conheça 5 professores que estão reprogramando a sala de aula usando a tecnologia

Nós do time Recode acreditamos que o uso de tecnologia na sala de aula deve ser cada vez mais disseminado e incentivado porque ele aproxima professores e alunos e torna o processo de ensino-aprendizado mais dinâmico e atual. Em nossos projetos em escolas ajudamos a empoderar os professores para que sejam protagonistas de grande mudanças em sala de aula através do uso de novas tecnologias.

Os docentes colocaram a mão na massa para engajar os alunos e tornar o aprendizado mais fácil e divertido.  Confira as iniciativas que se destacaram:

 

Professora de ciências cria aplicativo para falar de sexualidade com os alunos

Sabendo a importância e ao mesmo tempo o tabu que ainda é debater sobre sexualidade com jovens no ambiente escolar, a professora de Ciências Luciana Azevedo, da Escola Municipal Malba Tahan (Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro) teve uma ideia. Ela se rendeu ao universo da internet e criou o aplicativo “Vamos Falar de Sexualidade” durante o projeto Recode em Escolas. O app apresenta o assunto com uma linguagem jovem e permite o compartilhamento de conhecimento relevante e que já são temas da realidade dos jovens — como mudanças no corpo, gravidez, aborto, métodos contraceptivos, gênero e DSTs. Tais assuntos são desmitificados na ferramenta, sem tabus, deixando-os em contato com informação de qualidade, num ambiente digital, democrático e de fácil acesso.

 

Avaliações menos assustadoras por meio de plataformas digitais

O professor Diego Mattos, do C.E. CIEP 131 – Professora Armanda Alvaro Alberto, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, está desmistificando a temida “prova”. Ele tem usado a Plataforma TecEscola, do projeto TecEscola, para realizar as avaliações dos seus alunos. Por meio da funcionalidade de jogos, ele tem montado testes interativos. Educador e alunos adoraram a novidade. Outros professores já estão interessados em usar a plataforma para as avaliações, a pedido dos alunos.

 

História e Biologia digitalmente unidas para falar sobre saneamento básico

Os professores Soraya Ferreira (Biologia) e Carlos Eduardo (história), do C.E. Frei Agostinho Finicias (Engenho Novo, Zona Norte do Rio de Janeiro), também participantes do TecEscola, descobriram um meio de aprendizagem que possibilita a “mistura” das duas matérias, usando a Plataforma TecEscola, sobre o tema de saneamento básico.

Em História, os alunos estão aprendendo todo o processo de implantação dos sistemas de água e esgoto, limpeza urbana e controle de agentes patológicos que aconteceu ao longo dos anos na cidade do Rio de Janeiro e refletindo sobre a crise hídrica. Já em Biologia, analisam em outra vertente sobre a importância da água e do tratamento de esgoto para prevenir doenças.

Soraya e Carlos querem engajar os alunos para que reflitam sobre as melhorias alcançadas e o que ainda precisa ser feito para que de fato o bairro tenha um saneamento básico adequado. A partir daí os professores têm trabalhado os seus conteúdos disciplinares.

 

Aulas opcionais com temas escolhidos pelos estudantes aumenta o engajamento

Empoderado pela nossa metodologia de aprendizado contínuo e personalizado, que habilita o jovem a ser um “reprogramador” da sua realidade, o professor Thiago Fortunato (Matemática), da Escola Municipal Celestino da Silva (Centro do Rio de Janeiro), têm conseguido manter o foco dos estudantes em sala. E, o melhor, de forma divertida e dinâmica.

Com os conhecimentos adquiridos durante as formações do Projeto Recode em Escolas, ele desenvolveu o aplicativo Celestino App, com o objetivo dar voz aos jovens para escolherem sobre os assuntos que querem aprender. Os estudantes têm acesso a um banco de informações, onde podem sugerir e escrever conteúdo em um ambiente onde todos possam ler. O app também possui uma área com jogos disciplinares e, indo bem neles, o aluno ganha pontos reais nas avaliações. O plano do professor Thiago é futuramente tornar a ferramenta oficial do colégio e abrir o uso também para outros professores participarem das dinâmicas.

 

Professora usa games para abordar conteúdo interdisciplinar e programação

Também aproveitando o aprendizado do projeto Recode em Escolas, Aniger Capano, professora de inglês do Malba Tahan (Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro), criou a eletiva The Game Club, em que alunos interessados em games (7°, 8° e 9° anos) dão os primeiros passos no desenvolvimento e programação de jogos enquanto aprendem conteúdo multidisciplinar.

No começo da disciplina, a professora dividiu a turma em grupos, distribuídos para criar jogos em matérias como Matemática, Língua Portuguesa e Ciências. Eles jogaram o quizz “Você sabe tudo sobre games?”, elaborado por ela, na Kahoot!, plataforma gratuita de aprendizagem baseada em jogos e após esse primeiro contato, foi ensinado como fazer o registro e princípios básicos de programação. Então, cada grupo começou a elaborar seus protótipos de jogos com temas variados.

 

Os jovens utilizam várias ferramentas gratuitas online para programar e, assim, tornar o conteúdo aprendido mais atraente.

Fechar Menu